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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de Cobertura Seca de Entulho de Construção Civil para Remediação de Drenagem Ácida em Mina]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Abstract Among the environmental impacts of mining, including the underground modality, and also in the area of civil construction, is the acid mine drainage (DAM). Important works have been carried out with the intention of avoiding the generation or treatment of AMD in the Brazilian regions. The main alternatives considered are dry coverings (widely used), alkaline additives and active treatment of DAM. Another option is the concentration / isolation of sulphides. With the desulfurization of the mining tailings preliminary to final disposal, the potential for acidity generation, and consequently the leaching of the metais, are considerably reduced, resulting in significant environmental and economic gains. In view of the above, the present work sought to evaluate the effectiveness of the dry cover system with civil construction rubble, in different proportions, as a way to minimize or avoid the triggering of AMD. For this purpose, experiments were carried out on laboratory leaching columns, which evidenced a reduction of more than 90% in the acid generating potential of DAM, characterizing a promising alternative in the remediation of acid mine drainage.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font color="#000000" size="2" face="verdana"><b>ART&Iacute;CULOS ORIGINALES </b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="4"><strong><font face="Verdana">Avalia&ccedil;&atilde;o de Cobertura Seca de Entulho de Constru&ccedil;&atilde;o  Civil    <br>   para Remedia&ccedil;&atilde;o de Drenagem &Aacute;cida em Mina</font></strong></font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <center>       <pre><font face="verdana" size="2"><b>* <font size="2" face="verdana">Nat&aacute;lia Cristiane De Moraes, ** Jos&eacute;  Margarida da Silva, *** Adilson Curi    <br></font></b><font size="2" face="verdana">*</font> E- mail: <a href="mailto:natahacristianem@yahoo.com.br">natahacristianem@yahoo.com.br</a></font>    <br><font face="verdana" size="2">** E-mail: <a href="mailto:jms@demin.ufop.br">jms@demin.ufop.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>  *** E-mail: <a href="mailto:curi@demin.ufop.br">curi@demin.ufop.br</a> Escola de Minas/Universidade Federal de Ouro Preto/ Brasil.</font></pre>       <p>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p> </center> <hr>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dentre os impactos ambientais da lavra, inclusive da modalidade subterrânea, e também na área da construção civil, está a drenagem ácida de mina (DAM). Trabalhos importantes vêm sendo realizados com a intenção de evitar a geração ou tratar a DAM nas regiões brasileiras. As principais alternativas consideradas são coberturas secas (amplamente utilizadas), aditivos alcalinos e tratamento ativo da DAM. Outra opção é a concentração/isolamento de sulfetos. Com a dessulfurização dos rejeitos de mineração preliminarmente à disposição final, o potencial de geração de acidez, e conseqúentemente a lixiviação dos metais, são consideravelmente reduzidos, obtendo-se significativos ganhos ambientais e económicos. Em vista do exposto, o presente trabalho buscou avaliar a efetividade do sistema de cobertura seca com entulho de construção civil, em diferentes proporções, como forma de minimizar ou evitar o desencadeamento da DAM. Para tanto, foram realizados experimentos em colunas de lixiviação em laboratório, que evidenciaram uma redução de mais de 90% no potencial gerador de acidez da DAM, caracterizando uma alternativa promissora na remediação da drenagem ácida de mina.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><u><b>Palavras-chave:</b></u> drenagem ácida de mina, resíduos de mineração, entulho de construção civil e acidez.</font></p> <hr align="JUSTIFY">     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Among the environmental impacts of mining, including the underground modality, and also in the area of civil construction, is the acid mine drainage (DAM). Important works have been carried out with the intention of avoiding the generation or treatment of AMD in the Brazilian regions. The main alternatives considered are dry coverings (widely used), alkaline additives and active treatment of DAM. Another option is the concentration / isolation of sulphides. With the desulfurization of the mining tailings preliminary to final disposal, the potential for acidity generation, and consequently the leaching of the metais, are considerably reduced, resulting in significant environmental and economic gains. In view of the above, the present work sought to evaluate the effectiveness of the dry cover system with civil construction rubble, in different proportions, as a way to minimize or avoid the triggering of AMD. For this purpose, experiments were carried out on laboratory leaching columns, which evidenced a reduction of more than 90% in the acid generating potential of DAM, characterizing a promising alternative in the remediation of acid mine drainage.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><u><b>Keywords:</b></u> Acid mine drainage, mining waste, building rubble and acidity.</font></p> <hr>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>1. INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A exploração mineral tornou-se uma atividade indispensável para a sociedade moderna, devido à importância que os bens minerais e seus derivados assumiram na economia mundial. Entretanto, a continuidade e expansão das atividades de mineração no Brasil e no mundo dependem de um forte compromisso com a preservação e recuperação do meio ambiente (Rebouças <i>et al. </i>2006).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A DAR (drenagem ácida de rocha) é formada pela oxidação de minerais sulfetados, principalmente pirita (FeS<sub>2</sub>), expostos a ação do oxigénio atmosférico e água, com mediação bacteriana. Quando a DAR está relacionada à atividade mineradora, o processo passa a ser chamado de drenagem ácida de mina (DAM). Uma das principais consequências da DAR é a solubilização de metais pesados associados aos minerais sulfetados, devido ao baixo pH (&lt; 4,5), os quais podem contaminar recursos hídricos adjacentes. A Drenagem ácida de mina é um dos fatores mais importantes na ocasião do fechamento definitivo de uma mina, seja a céu aberto ou subterrânea. Ela implica em monitoramento, correções e atitudes necessárias para que se tenha uma situação mais próxima possível do inicial ou que não traga consequências inadequadas ao meio ambiente.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Fergusson e Erickson (1987), citado por Pastore e Mioto (2000), o fenómeno da geração de drenagem ácida pode ser descrito por quatro reações básicas que, por sua vez, estão agrupadas em três estágios <b>(reações 1 a 4)</b>, formando um ciclo. Estas reações estão envolvidas na quebra da pirita que, na presença de água e oxigenio, produzem ácido sulfúrico.</font></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura01.GIF" width="331" height="171"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Trabalhos importantes vêm sendo realizados com a intenção de evitar a geração ou tratar a DAM em várias partes do mundo, como regiões carboníferas, onde o carvão ocorre associada a oxidação de pirita (Blowes <i>et al. </i>2003), minerações de urânio, ouro, níquel, cobre e adicionalmente, na construção civil, </font><font face="verdana" size="2">como o caso do aproveitamento hidrelétrico de Irapé (CEMIG), no norte de Minas Gerais (Lima,2009).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Diversas técnicas são sugeridas na literatura para tratamento de efluentes de DAM. A escolha do processo de tratamento de águas ácidas deve ser economicamente viável, simples e eficiente, considerando que seu custo é sempre tido como extra na produção (IPAT-UNESC, 2000 e 2001). Atenção especial deve ser dada a estudos voltados a minimização e prevenção de sua ocorrência.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Embora os fatores que controlam a oxidação da pirita no campo sejam bem entendidos, a quantificação de alguns deles pode ser difícil. A taxa de difusão de oxigenio, infiltração da água, temperatura, pH, presença de materiais alcalinos, heterogeneidade vertical e horizontal, e os modos de oxidação da pirita constituem fatores de mensuração para a previsão e monitoramento da drenagem ácida (Evangelou,1995).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Alguns tratamentos ativos e passivos têm sido implantados em áreas da mina, para evitar o aumento e contaminação do meio ambiente pelas drenagens ácidas. Os tratamentos ativos envolvem a adição de produtos alcalinos nos sistemas. Estes sistemas funcionarão enquanto houver a adição dos insumos e a manutenção dos filtros e outros componentes. Sendo assim o consumo de energia é constante durante o tempo de vida do sistema.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os sistemas de tratamento passivo são projetados para fazer uso de processos naturais resultantes das interações entre atmosfera, hidrosfera e biosfera, como por exemplo: sedimentação, filtração, transferência gasosa, adsorção, trocas iônicas, precipitações químicas, reações de hidrólise e oxi-redução, entre outros. Sistemas passivos necessitam de pouca ou nenhuma manutenção, sendo esta uma de suas principais vantagens sobre o tratamento ativo, além de não exigirem a adição constante de produtos químicos (Trindade e Soares, 2004).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">São relatados na literatura vários tipos de tratamento de acordo com as características locais de ocorrência da drenagem ácida, mas o que se observa é um grande uso do sistema de tratamento passivo, principalmente envolvendo o uso de coberturas secas, nas quais seus componentes podem ser modificados, quanto à composição, quantidade, textura, entre outros. Podem ser citados como componentes das coberturas:    camada   argilosa   mais   cinzas </font><font face="verdana" size="2">pesadas (Galatto <i>et ai, </i>2007), camada argilosa mais aditivos alcalinos (Murta, 2006), escória de aciaria (Machado e Schneider, 2008; Salviano, 2010), cinzas de carvão (Machado, 2007; Soares <i>et al.2006), </i>entulho de construção civil (Moraes, 2010a), entre outros.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A avaliação da eficiência dos sistemas de coberturas secas para prevenção da DAM passa necessariamente por estudos experimentais, quer seja em laboratório, quer seja em campo. Na literatura muitas vezes são mencionados experimentos dessa natureza em lisímetros e colunas de lixiviação (Mello e Abrahão, 1998; Pinto e Nepomuceno, 1998; Ritcey, 1989).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As coberturas secas são uma técnica aplicada em larga escala na América do Norte e Austrália, que consiste em uma alternativa utilizada na prevenção e controle da DAM, quando da reabilitação de depósitos de resíduos de mineração geradores de acidez. Elas são colocadas sobre o depósito de material reativo e têm por objetivo principal o controle da entrada de oxigenio e água, inibindo o processo de oxidação dos sulfetos na sua origem Além dessas funções, as coberturas secas devem ser resistentes à erosão e fornecer suporte à vegetação (Borma e Soares, 2002). Nos últimos anos, o uso de coberturas secas para prevenir a geração de Drenagem Ácida de Minas tem sido estudado no Brasil (Souza <i>et al, </i>2003; Galatto <i>et al, 2007).</i></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A denominação &quot;coberturas secas&quot; <i>(dry covers) </i>refere-se às condições de saturação inexistente ou parcial em água e, é utilizada em contraposição às &quot;coberturas úmidas&quot; <i>(wet covers) </i>mantidas em condições de saturação total. Embora as coberturas secas sejam constituídas, na maioria das vezes, por camadas de solos de diferentes propriedades, o termo &quot;cobertura de solo&quot; não é o mais apropriado, uma vez que para sua execução podem ser utilizados outros tipos de materiais, tais como os geossintéticos ou resíduos resultantes de outras atividades, desde que apresentem as propriedades necessárias à minimização da formação da drenagem ácida de minas.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A habilidade de um sistema de cobertura seca de atuar de acordo com as premissas estabelecidas no projeto é uma função das propriedades dos materiais utilizados na cobertura, do resíduo e da resposta às condições atmosféricas atuantes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quando não se conhece em detalhe as características de produção de DAM do depósito ou quando tais depósitos contêm, </font><font face="verdana" size="2">sabidamente, material de disposição recente e antiga, é indicado o uso de uma cobertura que tenha por objetivo reduzir simultaneamente o acesso a água e do oxigênio ao resíduo.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Uma cobertura para minimização do fluxo de oxigénio, por sua vez, seria mais adequada para aplicação em depósitos de resíduos de disposição recente, pouco oxidados, e em áreas de reduzida precipitação de chuvas, onde o controle de disponibilidade de oxigénio para a reação de oxidação seria mais importante na redução da produção de DAM do que a redução do fluxo de água através do resíduo.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sistemas de cobertura com essas características, projetados para uso em regiões úmidas com elevados índices pluviométricos consistem, tipicamente, em de uma camada de material argiloso compactada coberta por uma camada adicional, projetada para prevenir a erosão e oferecer suporte à vegetação. Esses sistemas usualmente incorporam, abaixo da camada argilosa, uma camada de material permeável, em geral arenoso, formando uma barreira capilar que auxilia na retenção de água no interior da camada argilosa, reduzindo as perdas por evaporação . A manutenção do grau de saturação da camada argilosa garante a eficiência desse sistema de cobertura como barreira à difusão de oxigénio (Yanful,1993; Yanful <i>et al, </i>1993 e Nicholson <i>et al., </i>1993 citados por Borma e Soares, 2002).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Também são utilizados outros tratamentos, como o uso de aditivos alcalinos (Roeser, 2006), banhados ou wetlands (Vasquez, 2007; Anjos, 2003), Flotação por Ar Dissolvido (Rubio <i>et al. </i>2002), bombeamento dos efluentes e tratamento com aditivos alcalinos, no caso calcário( Possa e Santos, 2003; Silveira <i>et al., </i>2009) . Outra opção é a concentração/isolamento de sulfetos. De acordo, com Benzaazoua <i>et al. </i>(2008) e Hesketh <i>et al. </i>(2010), com a dessulfurização dos rejeitos de mineração preliminarmente à disposição final, o potencial de geração de acidez, e consequentemente a lixiviação dos metais, são consideravelmente reduzidos, obtendo-se significativos ganhos ambientais e económicos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outros estudos mostram que, por meio da concentração da pirita (FeS<sub>2</sub>), presente em grandes quantidades no carvão catarinense, é possível produzir ácido sulfúrico (atividade que jáfoi desenvolvida na região entre 1982 e 1993, pela Indústria Carboquímica Catarinense - ICC, e que atualmente se encontra desativada sendo </font><font face="verdana" size="2">considerada um grande prejuízo ao ciclo produtivo do carvão na região), sulfato férrico (Menezes, 2009), sulfato ferroso (Peterson, 2008; Vigânico, 2009) e pigmentos à base de óxidos de ferro (goetita, hematita e magnetita) (Madeira, 2010; Silva, 2010) com a utilização de processos térmicos e/ou <font color="#000000">hidrometal</font></font><font color="#000000" size="2" face="verdana">&uacute;rgicos.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em vista do exposto, o presente trabalho buscou avaliar a efetividade de um sistema de cobertura seca, em diferentes proporções, como forma de minimizar ou evitar o desencadeamento da DAM. Para tanto, foram realizados experimentos em cinco colunas de lixiviação em laboratório. Ressalta-se que os resultados aqui apresentados são parte integrante de uma dissertação de mestrado que contou com o fomento da Fundação Gorceix e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mineral (PPGEM) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>2. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em Ouro Preto-MG, pirita foi extraída em uma antiga nina, denominada Jazida de Pirita (figura 1) descrita por Djalma Guimarães, durante as décadas de 30 e 60, do século passado. Lacourt (1938) relata que a produção mensal da mina era de 150 toneladas, sendo que grande parte era vendida a antiga Fábrica de Pólvora de Piquete (Fábrica Presidente Vargas) e uma pequena parte vendida a ELCHISA S. A para a produção de ácido sulfúrico. A pirita vendida continha em média 46% de enxofre e traços de arsênio (menos de 0,05%).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Hoje a área da cava, com 89 Km<sup>2</sup> está abandonada, constitui um local de deposição ilegal de entulho de construção civil e a população praticamente mora nos arredores da mina, fazendo novos loteamentos instáveis, devido as condições geotécnicas do local. Nesta mina, foram observados pontos e uma galeria subterrânea, com água com pH inferior a 3.0 e , caracterizando a geração de drenagem ácida de mina (DAM), de considerável impacto ambiental em minas de minérios sulfetados.</font></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura02.gif" width="659" height="448"></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>3. METODOLOGIA</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para avaliar processo de formação e abatimento da drenagem ácida pelo uso de coberturas secas foram montadas 5 colunas de lixiviação (<a href="#t1" target="_self">tabela 1</a>), denominadas I a V, com diferentes objetivos e dimensões. A <a href="#t1">tabela 1</a> mostra o resumo geral da composição das colunas de    lixiviação,    a    quantidade    de    material </font><font face="verdana" size="2">introduzido, a duração dos ensaios e a quantidade de água introduzida diariamente. As colunas são compostas por três partes: reservatório inferior, coluna de retenção da amostra e tampa superior, sendo que todo o conjunto é fixado por hastes e borboletas de latão, conforme <a href="#f2">figura 2</a>. O reservatório inferior e a tampa superior são de PVC e a coluna de retenção da amostra de acrílico. Ambos os materiais constitutivos podem </font><font face="verdana" size="2">ser considerados inertes quanto ás soluções ácidas percol antes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A quantidade de material introduzido nas colunas de lixiviação foi escolhida aleatoriamente, não obedecendo nenhuma metodologia de ensaio. A localização e o número de pontos de amostragem (<a href="#f2">figura 2</a>) na Mina de Pirita foram definidos através de visitas a campo e também de acordo com as condições favoráveis à coleta (Moraes,2010b).</font></p>     <p align="center"><a name="f2"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura03.gif" width="324" height="404"></p>     <blockquote>       <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As amostras introduzidas nas colunas foram:</font></p> </blockquote>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">	I&nbsp; &nbsp;-   material   da  mina,   composto   pela homogeneização das cinco amostras coletadas (<a href="#f3">figura 3</a>) com auxílio de pá e picareta a 30 cm de profundidade do solo;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"> II&nbsp; - entulho de construção civil (<a href="#f4">figura 4</a>) constituído de pedaços de concreto, de tijolos de cerâmica, de argila, de concreto, de gesso e de telhas de amianto, proveniente de uma reforma do prédio DEGEO/DEMIN e que foram cominuídos no Laboratório de Processamento de Minerais, ambos da própria UFOP;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">III&nbsp;- material da mina e entulho, na mesma proporção;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">IV&nbsp;- foi utilizada a proporção de 1:4 com 2,0 kg de material da mina e 8 kg de entulho;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">V&nbsp;- foi preenchida com 1,0 kg de material da mina, 0,1 kg de cal e 3,0 kg de entulho.</font></p>     <p align="center"><a name="f3"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura04.gif" width="341" height="245"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="f4"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura05.gif" width="338" height="301"></p>     <blockquote>       <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os objetivos de cada coluna foram</font></p> </blockquote>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">I e II - foram preparadas com a finalidade de servir como referência para os resultados obtidos com as outras colunas e identificar as características físico-químicas e o comportamento dos materiais utilizados, servindo como uma espécie de &quot;branco&quot; para a comparação dos resultados, sendo útil na interpretação da influência das coberturas aplicadas sobre o material da mina nos ensaios das colunas III, IV e V;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">III&nbsp; &nbsp;-  avaliar a qualidade  do  abatimento  da drenagem   ácida   oferecida   pelo   sistema   de cobertura de entulho e verificar se a proporção do entulho em relação ao material da mina seria satisfatória no processo;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">IV&nbsp;- avaliar a influência da quantidade de entulho no abatimento da drenagem ácida;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">V&nbsp; - objetivou simular a influência da camada de aditivo alcalino (cal) entre o material da mina e o entulho na proporção (1: 3). A cal foi escolhida, neste trabalho, para o abatimento de drenagem ácida,  devido  a seu baixo custo relativo no tratamento de drenagens com elevada acidez e alta  concentração   de  sulfatos,   e  por  reagir rapidamente no sistema.</font></p>     <p align="center"><a name="t1"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura06.gif" width="698" height="726"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>3.1 Operações das Colunas</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os ensaios de lixiviação consistiram em percolar diariamente água deionizada pelo material da mina e pelos sistemas de coberturas acrescentados a ele, como o entulho e a cal, introduzidos nas colunas, monitorando-se diversos parâmetros químicos e físico-químicos do lixiviado. Utilizou-se a água deionizada, em virtude de se eliminar qualquer possibilidade contaminação de íons, metais-traços da água nos ensaios.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os ensaios de lixiviação foram realizados de modo a respeitar e representar ao máximo as condições de lixiviação em campo do material coletado, e os sistemas de coberturas adicionados a   ele,   simulando   diferentes   alternativas   de </font><font face="verdana" size="2">neutralização/abatimento   de   drenagem   ácida existente.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para isso, a quantidade de água deionizada a ser lixiviada pelas colunas I, II, III, IV e V foi calculada com base na precipitação média anual ocorrida na cidade de Ouro Preto e nas dimensões das colunas.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A quantidade de material introduzido nas colunas de lixiviação foi escolhida aleatoriamente, não obedecendo nenhuma metodologia de ensaio anterior. Após o preenchimento dos materiais nas colunas, foi colocada uma camada de geotêxtil sobre eles, para evitar que a água introduzida na coluna percorresse caminhos preferenciais não lixiviando completamente o material.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As soluções drenadas nas bases das colunas foram coletadas diariamente e analisadas para diversos parâmetros físico-químicos e elementos químicos a fim de se estudar os processos de produção e abatimento da drenagem ácida. A escolha dos métodos foi baseada no <i>Method 1627: Kinetic Test Method for the Prediction of Mine Drainage Quality </i>(EPA, 2009) e a metodologia proposta por Greenberg <i>et al. </i>(1992).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os parâmetros, comumente, considerados importantes para serem analisados no lixiviado da DAM são: pH, Eh (potencial redox), acidez, alcalinidade, metais, condutividade elétrica (CE), sulfato e temperatura. Os métodos de análise e equipamentos utilizados estão listados na tabela a seguir.</font></p>     <p align="center"><a name="t2"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura07.gif" width="733" height="297"></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>4. RESULTADOS E DISCUSSÕES</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste item são apresentados os resultados e as discussões das análises efetuadas com as colunas de lixiviação. Ressalta-se que todos os monitoramentos das soluções da coluna III foram impedidos no 23&deg; dia, devido ao entupimento do dreno da coluna.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Como definição, o pH (potencial hidrogênionico) representa a concentração de íons hidrogênio (em escala anti-logarítmica), fornecendo uma indicação sobre a condição de acidez, neutralidade ou alcalinidade da água..</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores do pH (<a href="#f5">figura 5</a>) das colunas I, III, IV e V, foram considerados ácidos (pH&lt;7), devido a presença de minerais sulfetados. Ressalta-se que a elevação observada na coluna I, se deve a presença de dolomita identificada pelas análises de difratometria. Nas outras colunas (III, IV e V) além da presença da dolomita, o entulho e a cal contribuíram para a elevação do pH observado. O caráter básico (pH&gt;7) apresentado pelas soluções lixiviadas da coluna n, se deve, em parte, pela presença do calcário que faz parte da composição do cimento utilizado na construção civil. Destaca-se a rapidez com que se processaram as reações químicas entre a cal e os componentes introduzidos na coluna V, que foram evidenciadas pelo o aumento do pH ao longo do </font><font face="verdana" size="2">período analisado. Os resultados obtidos com a adição de cal, como reforço no sistema de cobertura se mostraram satisfatórios, e a partir do 28&deg; dia pode-se afirmar que o pH das soluções entraram em processo de estabilização.</font></p>     <p align="center"><a name="f5"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura08.gif" width="339" height="301"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Eh indica a medida da transferência de elétrons (potencial elétrico) em uma reação de oxi-redução. O valor do potencial de oxi-redução informa se um meio é oxidante ou redutor. Valores mais baixos de Eh traduzem uma maior disponibilidade de elétrons, revelando um meio mais redutor. Valores elevados de Eh indicam que existem poucos elétrons disponíveis para a </font><font face="verdana" size="2">redução, ou seja, o meio é oxidante. A reação de oxidação geralmente aumenta a quantidade de prótons, ou gera um meio mais ácido. A redução geralmente consome prótons, e o pH do meio se eleva (Langmuir, 1997; Dold, 1999 <i>in </i>Moraes, 2010a).</font></p>     <p align="center"><a name="f6"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura09.gif" width="339" height="295"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores de Eh (<a href="#f6">Figura 6</a>) encontrados para as colunas I, III, IV e V oscilaram entre 412,5 e 615,3 mV, indicando um ambiente oxidante, favorecendo a oxidação de sulfetos. Os valores de Eh obtidos, oscilaram fortemente entre -9,5 a 155,4 mV durante os 30 dias de monitoramento, indicando um ambiente redutor. Nota-se que a sua tendência, mesmo após o término do ensaio seria de forte oscilação.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O pH e o Eh são considerados as variáveis principais dos processos geoquímicos para controle da solubilização dos metais pesados. O pH controla a precipitação dos metais através da sua capacidade (concentração de H<sup>+</sup> nas águas) para atacar os minerais das rochas, solos e sedimentos, induzindo a lixiviação e/ou solubilizando seus constituintes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nas colunas monitoradas, os valores de CE foram elevados (<a href="#f7">figura 7</a>), exibindo uma forte redução nos primeiros dias de monitoramento, inclusive para a coluna II. Embora a quantidade e o material em cada coluna sejam diferentes, observa-se que os materiais utilizados possuem elevada condutividade elétrica, da ordem de mS/cm Esse fato pode ser correlacionado com a grande quantidade de metais e sulfates que foram lixiviados nas soluções drenadas das colunas.</font></p>     <p align="center"><a name="f7"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura10.gif" width="336" height="326"></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura11.gif" width="338" height="337"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A concentração de sulfato, em todas as colunas, determinada pelo método turbidimétrico foi da ordem de g/L, sendo que em muitos trabalhos relacionados com avaliação do potencial gerador de acidez relataram mg/L. Isso se deve à grande presença de minerais sulfetados na área estudada. O sulfato é um produto direto da oxidação dos sulfetos. Nas colunas I, III, IV e V, houve uma forte queda de concentração nos primeiros dias, destacando-se a eficiência do entulho sobre as reduções e o elevado estado de alteração das amostras, em virtude das elevadas concentrações apresentadas durante os ensaios.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura12.gif" width="338" height="327"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A acidez, geralmente, é o resultado da presença de ácidos fracos e pode ser definida como capacidade da água para neutralizar OH&quot;. A utilização do entulho como sistema de cobertura foi eficiente na redução de acidez das colunas analisadas. Nota-se que para as colunas I, III, IV e V, houve um acentuado decréscimo de acidez nos primeiros dias de monitoramento. A acidez das soluções lixiviadas se deu através da elevada quantidade de sulfato presente nas amostras e também pela grande quantidade de metais lixiviados, principalmente Al, Fe e Mn, para as soluções. Esse fato pode ser confirmado pela forte coloração amarela e viscosidade das soluções analisadas, que empH&lt; 3,5, precipitam o íon Fe<sup>3+</sup> que possui uma coloração amarelo-alaranj ado. Ressalta-se a eficiência da camada de entulho sobre o material da mina, que reduziu em mais de 90% a acidez das soluções das colunas III e IV, e que junto com a cal reduziu em 99% o valor da acidez inicial das soluções da coluna V.</font></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura13.gif" width="342" height="331"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A alcalinidade pode ser definida como a capacidade da água em neutralizar ácidos, sendo uma consequência direta, principalmente, da presença ou ausência dos íons hidroxila (OH&quot;), carbonato (CO<sub>3</sub><sup>2</sup>&quot;) e bicarbonato(HCO<sub>3</sub>&quot;). A alcalinidade também pode ser influenciada pela presença de boratos (BO<sub>4</sub><sup>2</sup>&quot;), fosfatos (PO<sub>4</sub><sup>2</sup>&quot;) e silicatos (SiO<sub>4</sub><sup>2</sup>&quot;) (Guimarães, 2005). Minerais carbonatados existentes nos sedimentos podem então atuar como tampões, exercendo um papel de elevar o valor do pH. A alcalinidade do entulho da coluna II se deve principalmente à presença do calcário contido na composição do cimento, do gesso e dos silicatos detectados pela difração de raio-x (quartzo, muscovita, caulinita e albita).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As figuras de <a href="#f11">11</a> a <a href="#f14">14</a> apresentam os resultados das concentrações de metais, considerados importantes no processo da DAM, lixiviados durante o período de monitoramento. Em todas as colunas monitoradas, houve uma expressiva queda da concentração dos metais Fe, Al, Mn e Zn, nas soluções lixiviadas no decorrer dos ensaios. Ressalta-se a semelhança das curvas obtidas, a alta concentração dos metais analisados na coluna III, que possuía uma quantidade inferior de material da mina que a coluna I. Supõe-se que esses altos valores estejam relacionados ao estado de alteração e a granulometria das amostras introduzidas na coluna.(Moraes, 2010b). Mesmo com a elevada lixiviação dos metais, estes se encontram foram dos padrões ambientais considerados no Brasil.</font></p>     <p align="center"><a name="f11"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura14.gif" width="339" height="342"></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura15.gif" width="339" height="329"></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura16.gif" width="335" height="337"></p>     <p align="center"><a name="f14"></a><img src="img/revistas/mamym/n2/a02_figura17.gif" width="343" height="336"></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outros metais que apresentaram concentrações significantes não foram descritos neste trabalho, pois apresentaram um certo valor de concentração inicial que no final dos experimentos não foram quantificados devido as suas concentrações serem menores que o limite de detecção dos equipamentos utilizados, são eles: As, Ba, Cd e Pb. É importante considerá-los, pois neste trabalho foram consideradas apenas pequenas quantidades de amostras, e numa quantidade elevada, estes metais podem causar problemas ambientais e também ao ser humano, pois a mina abandonada se localiza próxima a um ribeirão.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>5. CONCLUSÕES</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Frente à necessidade de se encontrar alternativas de se remediar o problema da geração de drenagem ácida, estudou-se nesse trabalho o caso de uma mina abandonada na região de Ouro Preto-MG, com o problema da drenagem ácida já instalado e que faz parte de um contexto de disposição de resíduos de construção civil.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As características locais (geologia com a presença de minerais sulfetados, clima, entre outros) associadas a uma atuação antrópica desordenada, colaboraram para a produção de drenagem ácida resultando num desequilíbrio ambiental manifestado principalmente pela poluição hídrica e contaminação do solo.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O sistema de cobertura seca com entulho de construção civil empregado nas colunas de lixiviação aponta uma alternativa interessante para a remediação da drenagem ácida de mina, uma vez que é de baixo custo para as empresas de mineração e ser uma alternativa interessante para as grandes cidades que não possuem áreas para deposição de entulho de construção.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A acidez das soluções lixiviadas se deu através da elevada quantidade de sulfato presente nas amostras e também pela grande quantidade de metais lixiviados, principalmente Al, Fe e Mn, para as soluções. Ressalta-se a eficiência da camada de entulho sobre o material da mina, que reduziu em mais de 90% a acidez das soluções das colunas III e IV, e que junto com a cal reduziu em 99% o valor da acidez inicial das soluções da coluna V.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">É importante considerar outros metais que não foram descritos neste trabalho visto que eles podem causar problemas ao ser humano e ao meio ambiente.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="3"><b>6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[1] ANJOS, J. A. S. A. Avaliação da Eficiência de uma Zona Alagadiça (<i>Wetland) </i>no Controle da Poluição por Metais Pesados: o Caso da Plubum em Santo Amaro da Purificação/BA Tese (Doutorado), Universidade de São Paulo, São Paulo, 327p, 2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221720&pid=S2519-5352201700010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[2] BENZAAZOUA M., BUSSÈRE B., DEMERS I, AUBERTIN M., FRIED E., BLIER, A. Integrated mine tailings management by combining environmental desulphurization and cemented paste backfill: Application to mine Doyon, Quebec, Canada. Minerais Engineering, v.21, p. 330-340, 2008.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221721&pid=S2519-5352201700010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[3] BLOWES, D. W.; PTACEK, C. J.; JAMBOR, J. L. WEISENER, C.  G.    The Geochemistry of Acid Mine Drainage. <i>In: </i>Holland, H. D., Turekian, K. K. (Ed.). Treatise on Geochemistry. Amsterdan: Elsevier B.V., v.9, p. 149-204, 2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221722&pid=S2519-5352201700010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[4]   BORMA,  L.   S.;   SOARES,  P.   S.   M. DrenagemÁcida e Gestão de Resíduos Sólidos de Mineração. In: Extração de Ouro -Princípios, Tecnologia e Meio Ambiente, Rio de Janeiro - RJ, cap.10, p.243-266, 2002.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221723&pid=S2519-5352201700010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[5] EVANGELOU, V. P. Pyrite oxidation and its control: Solution Chemistry, Surface Chemistry, Acid Mine Drainage (AMD), Molecular Oxidation Mechanisms, Microbial Role, Kinetics, Control, Ameliorates and Limitations, Microencapsulation. 293p, 1995.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221724&pid=S2519-5352201700010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[6] GALATTO, S. L.; LOPES, R. P.; BACK, A. J.; BIF, D. Z.; SANTO, E. L. Emprego de coberturas secas no controle da Drenagem Ácida de Mina - Estudos em campo. Engenharia Sanitária e Ambiental, v. 12, n.2, p. 229-236, 2007.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221725&pid=S2519-5352201700010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[7] GREENBERG, A. E; CLESCERI, L. S.; EATON, A. D. Standard Methods for the examination or water and wastewater. Washington: American Public Health Association, 18ed. 1992.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221726&pid=S2519-5352201700010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[8] GUIMARÃES, A. T. A. Avaliação Geoquímica Ambiental da Barragem do Ribeirão da Cachoeira, Sudeste do Quadrilátero Ferrífero, Ouro Preto - MG. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Ouro Preto. Ouro Preto - MG, 111p, 2005.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221727&pid=S2519-5352201700010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[9] HESKETH A H, BROADHURST J. L., HARRISON S. T. L. Mitigating the generation of acid mine drainage from copper sulfide tailings impoundments in perpetuity: A case study for an integrated management strategy. Minerais Engineering, v. 23, p. 225-229,2010.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221728&pid=S2519-5352201700010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[10] IPAT-UNESC - Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas - Universidade do Extremo Sul Catarinense. Pesquisa e desenvolvimento de metodologias para o controle de drenagem ácida e tratamento de efluentes da indústria carbonífera. Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas - IP AT. Relatório técnico, Criciúma -SC. 184p, 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221729&pid=S2519-5352201700010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[11] IPAT-UNESC - Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas - Universidade do Extremo Sul Catarinense Desenvolvimento de métodos de tratamento de drenagem ácida de minas de carvão. Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas - Universidade do Extremo Sul Catarinense. Relatório técnico, Criciúma- SC. 90p, 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221730&pid=S2519-5352201700010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[12] LACOURT, F. Barita e Pirita no Município de Ouro Preto - Minas Gerais. Revista Mineração e Metalurgia, Rio de Janeiro - RJ, v.II, n. 11, p.298-301, 1938.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221731&pid=S2519-5352201700010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[13] LEITE, A L. Testes estáticos e cinéticos para previsão e prevenção de drenagem ácida: estudo do caso das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Caldas MG. Relatório de Pesquisa. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto-MG 80p,2009.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221732&pid=S2519-5352201700010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[14] LIMA, A L. C. Influência da Presença de sulfetos nos Tratamentos de Fundação da Barragem da UHE Irapé - Vale do Jequitinhonha - MG. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Ouro Preto.Ouro Preto, 229p, 2009.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221733&pid=S2519-5352201700010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[15] MACHADO, L. A. Ensaios Estáticos e Cinéticos para a Prevenção da Geração de Drenagem acida de Minas da Mineração de Carvão com Escoria de Aciaria. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 99p, 2007.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221734&pid=S2519-5352201700010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[16] MACHADO, LA; SCHNEIDER, I.A.H. Ensaios Estáticos e Cinéticos para a Prevenção da Geração de Drenagem Ácida de Minas da Mineração de Carvão com Escória de Aciaria. Revista da Escola de Minas, v. 61, p. 329-335, 2008.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221735&pid=S2519-5352201700010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[17] MADEIRA, V. S. Aproveitamento de Resíduos da Mineração de Carvão para a Fabricação de Produtos com Elevado Valor Agregado. Tese de Doutorado, Florianópolis (SC), Universidade Federal de Santa Catarina. 2010.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221736&pid=S2519-5352201700010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[18] MARIANO, T. R. B. Diagnóstico - Plano Integrado de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos da Construção civil no Município de Ouro Preto. Monografia de Graduação. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto - MG. 82p, 2008.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221737&pid=S2519-5352201700010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[19] MELLO, J.W.V; ABRAHÃO, WAP. </font><font face="verdana" size="2">Geoquímica da drenagem ácida. In: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS </font><font face="verdana" size="2">DEGRADADAS. Viçosa: p. 45-57, 1998.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221738&pid=S2519-5352201700010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[20] MENEZES, J. C. S. S.Produção de Coagulantes Férricos na Mineração de Carvão. Tese de Doutorado, Porto Alegre (RS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2009</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221739&pid=S2519-5352201700010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[21] MORAES, N. C. Abatimento de Drenagem Ácida de Mina com Entulho de Construção Civil: uma proposta de Reabilitação de uma Antiga Mina de Pirita. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Ouro Preto, 211p, Ouro Preto - MG. 2010.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221740&pid=S2519-5352201700010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[22] MORAES, N. C. Uso de entulho de construção civil como sistema de cobertura para abatimento de drenagem ácida de minas em antiga mina de pirita. Revista da Escola de Minas, v. 64, p. 213-218, 2011.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221741&pid=S2519-5352201700010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[23] MURTA, F. C. Ensaios de Coluna para a Avaliação Passiva de Drenagem Ácida na Mina de Osamu Utsumi (INB), Caldas/MG Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Ouro Preto, 127p, Ouro Preto - MG. 2006</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221742&pid=S2519-5352201700010000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[24] PASTORE, EL.; MIOTO, J. A Impactos Ambientais em Mineração com Ênfase à Drenagem Mineira Ácida e Transporte de Contaminantes. Revista Solos e Rochas, São Paulo-SP, v. 23, (1): p. 33-53, 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221743&pid=S2519-5352201700010000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[25] PETERSON, M. Produção de Sulfato Ferroso a Partir da Pirita: Desenvolvimento Sustentável. Tese de Doutorado, Florianópolis (SC), Universidade Federal de Santa Catarina. (2008).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221744&pid=S2519-5352201700010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[26] PINTO, A.C.P.; NEPOMUCENO, AL. Testes de predição e controle do processo de drenagem ácida no rio Paracatu Mineração S.A In: DIAS, L.E.; MELLO, J.W.V (ed). Recuperação de áreas degradadas. Viçosa, MG, p. 59-68. 1998.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221745&pid=S2519-5352201700010000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[27] POSSA, M. V.; SANTOS, M. D. C. Tratamento da Drenagem Ácida de Mina por </font><font face="verdana" size="2">Processo de Neutralização Controlada. Seminário Brasil-Canadá de Recuperação Ambiental de Áreas Mineradas, Florianópolis -SC, v.l,p.233-252, 2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221746&pid=S2519-5352201700010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[28] REBOUÇAS, A. C, BRAGA, B., TUNDISI, J. G Águas doces do Brasil: Capital Ecológico, Uso e Conservação - Ecologia. Editora Escrituras, 3<sup>a</sup> edição, p.433-460.748p, 2006.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221747&pid=S2519-5352201700010000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[29] RITCEY, G M. Tailings management: problems and solution in the mining industry. Elsevier, Amsterdam, 970p, 1989.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221748&pid=S2519-5352201700010000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[30] ROESER, P. A. Avaliação de um Sistema Passivo de Remediação de Drenagem Ácida de Estéril de Urânio. Monografia de Graduação. Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto - MG. 78p, 2006.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221749&pid=S2519-5352201700010000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[31] RUBIO, L; TESSELE, F.; PORCILE, P. A MARINKOVIC, E. (2002). Flotación como Processo de Remoción de Contaminantes: Avances e Aplicaciones en Ia Flotación por Aire Dissuelto. Minerales, Santiago do Chile.v.57,n.243, p. 21-28, 2002.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[32] SALVIANO, A. B. Avaliação de Escória de Aciaria para o Controle e Abatimento de Drenagem Ácida de Mineração. Universidade Federal de Ouro Preto. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental. Ouro Preto-MG, 187p, 2010.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221751&pid=S2519-5352201700010000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[33] SILVA, R. A. Recuperação Flidrometalúrgica de Metais da Drenagem Ácida de Minas por Precipitação Seletiva. Tese de Doutorado, Porto Alegre (RS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2010.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221752&pid=S2519-5352201700010000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[34] SILVEIRA, A N.; SILVA, R.; RUBIO, J. Treatment of Acid Mine Drainage (AMD) in South Brazil: Comparative active processes and water reuse. International Journal of Mineral Processing, v.93, n.2, p. 103-109, 2009.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221753&pid=S2519-5352201700010000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">[35] SOUZA, V. P.; BORMA, L. S.; MENDONÇA, R. M. G Projeto de Coberturas Secas Para Controle da Drenagem Ácida em Depósitos Geradores de Acidez. Seminário Brasil-Canadá de Recuperação Ambiental de Áreas Mineradas, Florianópolis-SC. v.1, p.253-271,2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1221754&pid=S2519-5352201700010000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify">&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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