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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Epidemiología do co-leito e do despertar noturno aos 12 meses de idade em urna coorte de nascimento]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To investigate the prevalence and factors associated with co-sleeping and nighttime waking among the children of the Pelotas 2004 cohort at 12 months of age. Methods: Ali children born in the city of Pelotas,RS,Brazil during 2004 were enrolled on a longitudinal study. Mothers were interviewed at delivery and once more at 12 months of age to obtain information on their sociodemographic and reproduetive characteristies and on their children's sleep and the environment in which their children sleep. Co-sleeping was defined as habitually sharing the bed with another person. Multivariate analysis was performed using Poisson regression. Results: The prevalence of co-sleeping at 12 monthswas 45.8% (95%CI 44.2-47.3). Co-sleeping was more common among mothers with low socioeconomic status, less education, younger mothers, mothers with more previous births and among children who wake at night. The prevalence of nighttime waking was 46.1% (95%CI 44.6-47.7). Nighttime waking was more common among boys and among the offspring of mothers who had had a greater number of previous pregnancies and of mothers who had been employed while pregnant. Conclusion: Co-sleeping and nighttime waking are common among this study population, indicating a need to continue follow-up in order to observe how long these habits persist through childhood and to investigate their consequences for child development and behavior.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><FONT size=2 face=Verdana><B>ARTÍCULOS DEL CONO SUR - BRASIL</B></FONT></P>     <P align="right">&nbsp;</P>     <P align="center"><FONT size=4 face=Verdana><I><b>Epidemiología do co-leito e do despertar noturno  aos 12 meses de idade em urna coorte de nascimento</b></I></FONT></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P align="center"><b><I><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Epidemiology of co-sleeping and night time waking  at 12 months in a birth cohort</font></I></b></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P align="center"><FONT size=2 face=Verdana><B>Iná S. Santos<SUP>1</SUP>, Denise M.    Mota<SUP>2</SUP>, Alicia Matijasevich<SUP>3</SUP></B></FONT></P>     <P align="justify"><FONT size=2 face=Verdana>1.   Professora titular, Programa  de P&oacute;s-Graduagao em Epidemiolog&iacute;a, Universidade Federal de Pelotas (UFPel),  Pelotas, RS.</FONT>    <br> <FONT size=2 face=Verdana>2.   Mestre, UFPel, Pelotas,  RS.</FONT>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <FONT size=2 face=Verdana>3.   Pesquisadora, Programa de    P&oacute;s-Graduagao em Epidemiolog&iacute;a, UFPel, Pelotas, RS. Nao foram declarados  conflitos de &iexcl;nteresse associados &aacute; publicagao deste artigo. </FONT></P>     <P align="justify"><FONT size=2 face=Verdana><B>Como citar este      artigo: </B>Santos IS, Mota DM, Matijasevich A. Epidemiology of co-sleeping and    nighttime waking at 12 months in a birth cohort. J Pediatr (Rio J).    2008;84(2):114-122.     <br>   Artigo submetido em 28.08.07, aceito em 01.01.08.</FONT>    <br>   <FONT size=2 face=Verdana>doi:10.2223/JPED.1766</FONT></P>     <P align="justify"><FONT size=2 face=Verdana><B>(1) Articulo original de Brasil, publicado en    Journal de Pediatr&iacute;a (Rio J) 2008; 84: 300-7 y que fue seleccionado para su    reproducci&oacute;n en la XIV Reuni&oacute;n de Editores del Cono Sur - Brasil    2009.</B></FONT></P>     <P align="justify">&nbsp;</P>     <P align="justify">&nbsp;</P> <hr>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Objetivo: </b>Investigar a preval&ecirc;ncia e os fatores associados ao co-leito e ao despertar noturno entre as crian&ccedil;as da coorte de Pelotas de 2004, aos 12 meses de idade.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>M&eacute;todos: </b>Todas as crian&ccedil;as nascidas em 2004 em Pelotas (RS) foram inclu&iacute;das em um estudo longitudinal. Ao nascer e aos 12 meses de idade, as m&atilde;es foram entrevistadas sobre caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;&iacute;icas e reprodutivas e sobre o sono e o ambiente em que a crian&ccedil;a dorme. Co-leito foi definido como o compartilhamento habitual da camacomoutra pessoa. As an&aacute;lises multivari&aacute;veis foram realizadas por regress&atilde;o de Poisson.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados: </b>Apreval&ecirc;ncia de co-leito aos 12mesesfoi de 45,8% (IC95% 44,2-47,3).O co-leito foi maior entre as m&atilde;es de baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, menos escolarizadas, mais jovens, com maior paridade e entre crian&ccedil;as que acordam &agrave; noite. A preval&ecirc;ncia de despertar noturno foi de 46,1% (IC95% 44,6-47,7). O despertar noturno foi mais frequente entre os meninos e entre filhos de m&atilde;es commaior paridade, e menos frequente entre m&atilde;es que trabalharam fora durante a gravidez.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Conclus&atilde;o: </b>O co-leito e o despertar noturno s&atilde;o frequentes na popula&ccedil;&atilde;o estudada, indicando a necessidade de acompanhamento para observar a persist&ecirc;ncia destes h&aacute;bitos ao longo da inf&acirc;ncia e investigar suas consequ&ecirc;ncias sobre o comportamento e o desenvolvimento infantis.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Palabras claves:</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Rev Soe Boi Ped 2010; 49 (2): 114-123: Sono, dist&uacute;rbios, dist&uacute;rbios do sono, crian&ccedil;a, inf&acirc;ncia.</font></p> <hr>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Objective: </b>To investigate the prevalence and factors associated with co-sleeping and nighttime waking among the children of the Pelotas 2004 cohort at 12 months of age.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Methods: </b>Ali children born in the city of Pelotas,RS,Brazil during 2004 were enrolled on a longitudinal study. Mothers were interviewed at delivery and once more at 12 months of age to obtain information on their sociodemographic and reproduetive characteristies and on their children's sleep and the environment in which their children sleep. Co-sleeping was defined as habitually sharing the bed with another person. Multivariate analysis was performed using Poisson regression.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Results: </b>The prevalence of co-sleeping at 12 monthswas 45.8% (95%CI 44.2-47.3). Co-sleeping was more common among mothers with low socioeconomic status, less education, younger mothers, mothers with more previous births and among children who wake at night. The prevalence of nighttime waking was 46.1% (95%CI 44.6-47.7). Nighttime waking was more common among boys and among the offspring of mothers who had had a greater number of previous pregnancies and of mothers who had been employed while pregnant.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Conclusion: </b>Co-sleeping and nighttime waking are common among this study population, indicating a need to continue follow-up in order to observe how long these habits persist through childhood and to investigate their consequences for child development and behavior.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b><b></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Rev Soe Boi Ped 2010; 49 (2): 114-123: Sleep, disorders, sleep disorders, child, childhood, waking.</font></p> <hr>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O sono adequado na inf&acirc;ncia &eacute; importante para o crescimento, o desenvolvimento emocional e comportamental, assim como para a aquisi&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas, de aprendizado e aten&ccedil;&atilde;o<sup>1,2</sup>. O desenvolvimento cerebral, juntamente com a neuroplasticidade, ocorre nos primeiros anos de vida, sendo a dura&ccedil;&atilde;o do sono um dos fatores importantes nesta etapa. No primeiro ano de vida, ocorre um processo de matura&ccedil;&atilde;o em que o sono fragmentado dos primeiros meses se torna cont&iacute;nuo durante a noite<sup>3,4</sup>. H&aacute; relatos de que os problemas relacionados ao sono s&atilde;o frequentes em crian&ccedil;as, com preval&ecirc;ncias variando entre 20-30%, sendo influenciados por fatores biol&oacute;gicos, psicol&oacute;gicos, culturais, sociais e familiares<sup>5</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As manifesta&ccedil;&otilde;es mais prevalentes dos dist&uacute;rbios do sono na inf&acirc;ncia s&atilde;o os m&uacute;ltiplos ou prolongados despertares durante a noite<sup>6,7</sup>, dificuldades de colocar a crian&ccedil;a para dormir<sup>8</sup> e o co-leito. Estes problemas tamb&eacute;m podem afetar os relacionamentos familiares, alterando os h&aacute;bitos de sono dos pais, levando ao estresse e a outras condi&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; priva&ccedil;&atilde;o do sono<sup>9,10</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O co-leito tem sido objeto de pesquisa h&aacute; v&aacute;rios anos, tendo sido descritos aspectos positivos e negativos relacionados ao desenvolvimento f&iacute;sico, psicossocial e emocional das crian&ccedil;as<sup>11</sup>. Sua real preval&ecirc;ncia &eacute; dif&iacute;cil de ser determinada, devido &agrave;s varia&ccedil;&otilde;es entre as culturas e diferentes per&iacute;odos de tempo estudados. Entre v&aacute;rios estudos, as preval&ecirc;ncias de co-leito variaram entre 6 e 70% nos primeiros 4 anos de vida<sup>8,11</sup>. O co-leito &eacute; uma pr&aacute;tica frequente em sociedades de culturas n&atilde;o ocidentais<sup>12</sup>, sendo suas vantagens ou riscos percebidos conforme os valores da sociedade<sup>13</sup>. Fatores clim&aacute;ticos, tamanho da fam&iacute;lia, disponibilidade de espa&ccedil;o no domic&iacute;lio e valores culturais (priorizando a independ&ecirc;ncia e o individualismo ou a interdepend&ecirc;ncia familiar) t&ecirc;m sido descritos como determinantes do co-leito em sociedades industrializadas<sup>14</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O despertar noturno, por sua vez, costuma gerar maior preocupa&ccedil;&atilde;o aos pais, por interferir na rotina familiar, especialmente se v&aacute;rios epis&oacute;dios ocorrem em uma mesma noite<sup>8</sup>. A maioria dos estudos que investigaram a preval&ecirc;ncia de co-leito e de despertar noturno foram conduzidos em pa&iacute;ses desenvolvidos, sendo escassas as informa&ccedil;&otilde;es sobre a epidemiologia dessas caracter&iacute;sticas do sono em pa&iacute;ses em desenvolvimento.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O atual estudo teve como objetivo investigar a preval&ecirc;ncia e os fatores associados ao co-leito e ao despertar noturno entre as crian&ccedil;as da coorte de Pelotas de 2004, no Sul do Brasil, ao completarem 12 meses de idade.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A metodologia da coorte de nascimentos de Pelotas de 2004 encontrase detalhada em outra publica&ccedil;&atilde;o<sup>15</sup>. Brevemente, todos os nascidos entre 01/01/04 e 31/12/04 de m&atilde;es moradoras em Pelotas e no Jardim Am&eacute;rica (bairro cont&iacute;guo a Pelotas), nos cinco hospitais com maternidade da cidade, foram inclu&iacute;dos na coorte. At&eacute; o momento, al&eacute;m do estudo perinatal, realizado no hospital, as crian&ccedil;as foram visitadas no domic&iacute;lio ao completarem 3,12 e 24 meses de idade. As informa&ccedil;&otilde;es empregadas no atual estudo foram coletadas na fase perinatal e na visita dos 12 meses.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">No estudo perinatal, as m&atilde;es responderam um question&aacute;rio sobre as condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas da fam&iacute;lia, trabalho materno remunerado durante a gesta&ccedil;&atilde;o, escolaridade, idade, paridade e tipo de parto. A situa&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica foi definida pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Empresas de Pesquisa (ANEP)<sup>16</sup>, que classifica as fam&iacute;lias em ordem decrescente, de A a E, conforme a posse de bens e escolaridade do chefe da fam&iacute;lia. Devido ao pequeno n&uacute;mero de fam&iacute;lias nas categorias extremas, essas foram reagrupadas em A/B, C e D/E. O trabalho materno remunerado foi categorizado como presente ou ausente. A escolaridade materna foi obtida conside</font><font face="Verdana" size="2">rando os anos de escolaridade formal cursados com aprova&ccedil;&atilde;o. A idade materna foi coletada em anos completos por ocasi&atilde;o do parto. O tipo de parto foi classificado em normal (vaginal) ou cesariana.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Do rec&eacute;m-nascido, coletaram-se as seguintes informa&ccedil;&otilde;es: sexo, peso, idade gestacional e intercorr&ecirc;ncias neonatais. Todos os rec&eacute;m-nascidos foram pesados com balan&ccedil;a digital (precis&atilde;o de 100 g) e examinados pela equipe do estudo conforme o escore de Dubowitz<sup>17</sup>. Foram considerados prematuros os nascidos com menos de 37 semanas de gesta&ccedil;&atilde;o. As intercorr&ecirc;ncias neonatais relatadas pela m&atilde;e (interna&ccedil;&atilde;o em unidade de tratamento neonatal intensivo ou semi-intensivo) foramregistradas. Crian&ccedil;as com peso menor que 2.500 g foram consideradas com baixo peso ao nascer.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na visita domiciliar dos 12 meses, as m&atilde;es foram entrevistadas quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas habituais e das 2 &uacute;ltimas semanas do sono da crian&ccedil;a. Investigou-se o local onde a crian&ccedil;a dorme; se compartilha a cama com adultos ou crian&ccedil;as; dura&ccedil;&atilde;o do sono; dificuldade em iniciar a dormir; despertar durante a noite; alimenta&ccedil;&atilde;o durante a noite; hor&aacute;rio habitual em que vai dormir e que acorda; percep&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e sobre a qualidade do sono da crian&ccedil;a e se o sono da crian&ccedil;a atrapalha seu bem-estar; e identifica&ccedil;&atilde;o de quem habitualmente atende a crian&ccedil;a ao deitar e ao despertar. O co-leito foi definido como o compartilhamento habitual da cama com outra pessoa (adulto ou crian&ccedil;a), em parte ou durante toda a noite.Odespertar noturno foi definido atrav&eacute;s da resposta afirmativa &agrave; pergunta: &quot;A crian&ccedil;a acorda no meio da noite?&quot;. Para o padr&atilde;o de sono nas &uacute;ltimas 2 semanas, foram investigadas as ocorr&ecirc;ncias de sestas durante o dia e a frequ&ecirc;ncia de despertares noturnos.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise foi realizada atrav&eacute;s do programa Stata 9.0 (Stata Corp., College Station, TX, EUA, 2005). Foram utilizados testes qui-quadrado para comparar preval&ecirc;ncias conforme exposi&ccedil;&otilde;es dicot&ocirc;micas e qui-quadrado de tend&ecirc;ncia linear para exposi&ccedil;&otilde;es ordinais. A for&ccedil;a da associa&ccedil;&atilde;o entre as exposi&ccedil;&otilde;es</font> <font face="Verdana" size="2">e os desfechos (co-leito e despertar noturno) foram avaliados atrav&eacute;s das raz&otilde;es de preval&ecirc;ncias, por regress&atilde;o de Poisson,umavez que esses erammuito frequentes. As an&aacute;lises multivari&aacute;veis seguiram um modelo hier&aacute;rquico, conforme referencial te&oacute;rico de causalidade constru&iacute;do pelos autores. Nesse modelo, a idade materna e a paridade ocupavamo primeiro n&iacute;vel, mais cranial, de determina&ccedil;&atilde;o do co-leito ou do despertar noturno, seguidas no segundo n&iacute;vel pelas vari&aacute;veis socioecon&ocirc;micas (situa&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica, escolaridade materna e trabalho materno remunerado durante a gesta&ccedil;&atilde;o) e, mais caudalmente, pelas vari&aacute;veis da crian&ccedil;a. Os dois desfechos foram analisados no mesmo n&iacute;vel e ajustados um para o outro.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O estudo foi aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica e Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pelotas. As m&atilde;es assinaram consentimento para participar do estudo.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As 4.231 crian&ccedil;as que nasceram vivas foram inclu&iacute;das no estudo perinatal (0,8% de perdas e recusas). Na visita dos 12 meses, foramentrevistadas as m&atilde;es de 3.907 crian&ccedil;as (6,1% de perdas e recusas). Os g&eacute;meos foram exclu&iacute;dos da atual an&aacute;lise.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na <a href="#t1">Tabela 1</a>, cerca de50%das m&atilde;es estavamna faixa et&aacute;ria de 20-29 anos e 18,6% eram adolescentes. A escolaridade m&eacute;dia das m&atilde;es foi de 8,2&plusmn;3,5 anos, sendo que 41% tinham entre 5-8 anos de educa&ccedil;&atilde;o formal. Cerca de 40% eram primigestas, 47,6% eram das classes D/E e 39,4% trabalharam fora durante a gesta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><a name="t1"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v49n2/a07_tabla_01.gif" width="648" height="873"></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Dos rec&eacute;m-nascidos, 51,8% eram do sexo masculino; 14,1%, pr&eacute;-termos; 8,3% tinham baixo peso ao nascer; 45,2% nascerampor cesariana; e 11,3% apresentaram intercorr&ecirc;ncias neonatais (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A preval&ecirc;ncia habitual de co-leito foi de 45,8% (IC95% 44,2-47,3), e de despertar noturno, de 46,1% (IC95% 44,6-47,7). Somente 6,1% das crian&ccedil;as dormiam sozinhas no quarto, e 48,1% n&atilde;o </font><font face="Verdana" size="2">dividiam a cama, mas compartilhavam o quarto com outras pessoas. Dentre as que apresentavam co-leito, a maioria (60,8%) dividia a cama com ambos os pais (<a href="#t2">Tabela 2</a>) e 89,9% compartilhavam a cama durante a noite inteira. Geralmente, eramas m&atilde;es que faziam as crian&ccedil;as dormir (77,7%) e quem as atendia nos despertares noturnos (87,1%). Um ter&ccedil;o das m&atilde;es (33,6%) considerava que as crian&ccedil;as demoravam a adormecer. Mais da metade das crian&ccedil;as (59%) recebiam alimenta&ccedil;&atilde;o de madrugada, a maioria leite materno. Apenas 16,1% das m&atilde;es relataram que a qualidade do sono da crian&ccedil;a atrapalhava seu bem-estar.</font></p>     <p align="justify"><a name="t2"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v49n2/a07_tabla_02.gif" width="641" height="850"></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Nas 2 &uacute;ltimas semanas, as crian&ccedil;as dormiram em m&eacute;dia 10&plusmn;1,6 horas por noite (dados n&atilde;o mostrados); 64,4% acordaram no meio da noite, sendo que 56,5% acordaram todas as noites e, geralmente, duas ou mais vezes na mesma noite. De acordo com a m&atilde;e, na maioria das vezes, o sono foi atrapalhado por doen&ccedil;as da crian&ccedil;a (53,9%). A erup&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria foi a segunda causa mais atribu&iacute;da pelas m&atilde;es de despertar noturno (12,2%). Praticamente todas as crian&ccedil;as sestearam durante o dia (99%), sendo que 62,4%, duas ou mais vezes ao dia, dormindo em m&eacute;dia 79,6&plusmn;45,4 minutos (dados n&atilde;o mostrados).Osono da crian&ccedil;a nas 2 &uacute;ltimas semanas foi classificado por 21,8% das m&atilde;es como regular ou ruim.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Comparando o sono das crian&ccedil;as com e sem co-leito, n&atilde;o se observou diferen&ccedil;a quanto &agrave; demora empegar no sono ou &agrave; frequ&ecirc;ncia de despertar noturno, tanto habitualmente como nas 2 &uacute;ltimas semanas. No entanto, as crian&ccedil;as com co-leito acordavam todas as noites mais frequentemente (38,6 versus 34,6%) e ummaior n&uacute;mero de vezes por noite do que as sem co-leito (m&eacute;dia de 2,1 &plusmn;1,4 vezes versus 1,9&plusmn;1,2). Acordar na madrugada para mamar foi duas vezes mais frequente no grupo com do que no sem co-leito (respectivamente, 41,8 e 21,1%) (dados n&atilde;o mostrados nas tabelas).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Ainda na <a href="#t1">Tabela 1</a>, observam-se as preval&ecirc;ncias de co-leito e despertar noturno, de acordo com as caracter&iacute;sticas das m&atilde;es e das crian&ccedil;as. O co-leito</font> <font face="Verdana" size="2">foi mais frequente entre os mais pobres. Observou-se associa&ccedil;&atilde;o inversa com a escolaridade materna, sendo mais de tr&ecirc;s vezes mais frequente entre as crian&ccedil;as das m&atilde;es com escolaridade de at&eacute; 4 anos (64,7%), em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s de m&atilde;es com 12 anos ou mais de educa&ccedil;&atilde;o formal (18,7%). Associa&ccedil;&atilde;o inversa foi tamb&eacute;m observada com a idade materna: 58,1% das m&atilde;es adolescentes relataram co-leito, contra 42,1% daquelas com 40 anos ou mais. Com a paridade, a associa&ccedil;&atilde;o foi direta, havendo maior relato de co-leito entre as m&atilde;es com quatro ou mais partos (59,7%), comparativamente &agrave;s prim&iacute;paras (41%). As m&atilde;es que trabalharam fora durante a gesta&ccedil;&atilde;o relataram co-leito menos frequentemente do que as que n&atilde;o trabalharam (respectivamente, 30,4 e 49,9%). Oco-leito foi mais frequente entre as crian&ccedil;as nascidas de parto normal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O despertar noturno foi mais comum entre os meninos. Observou-se associa&ccedil;&atilde;o inversa com a escolaridade materna (53,5% entre os filhos de m&atilde;es com menor escolaridade versus 44,9% entre as com 12 anos ou mais de escola) e direta com a paridade (49,9% entre as com quatro ou mais partos anteriores versus 43,6% entre as prim&iacute;paras). O despertar noturno foi mais frequentemente relatado pelas m&atilde;es que n&atilde;o trabalharam fora durante a gesta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A <a href="#t3">Tabela 3</a> mostra os resultados da an&aacute;lise bruta e ajustada, tendo o co-leito como desfecho. Na an&aacute;lise multivari&aacute;vel, observou-se que escolaridade, idade e paridade maternas, n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico e despertar noturno estavam independentemente associados com a preval&ecirc;ncia de co-leito. A probabilidade de co-leito aumentou com a paridade e associou-se inversamente com o n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, a idade e a escolaridade maternas.Odespertar noturno mostrou associa&ccedil;&atilde;o com o co-leito, protegendo em 8%.</font></p>     <p align="justify"><a name="t3"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v49n2/a07_tabla_03.gif" width="641" height="502"></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na <a href="#t4">Tabela 4</a>, encontram-se os resultados da an&aacute;lise bruta e ajustada do despertar noturno como desfecho. Na an&aacute;lise multivari&aacute;vel, foram estatisticamente significativas as associa&ccedil;&otilde;es com paridade, trabalho materno e sexo da crian&ccedil;a. A associa&ccedil;&atilde;o com a </font><font face="Verdana" size="2">paridade foi direta. Entre as m&atilde;es que trabalharam na gesta&ccedil;&atilde;o, a probabilidade de despertar noturno foi 11 % menor do que entre os filhos de m&atilde;es que n&atilde;o trabalharam. As meninas tiveram probabilidade 10% menor de acordar do que os meninos.</font></p>     <p align="justify"><a name="t4"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v49n2/a07_tabla_04.gif" width="641" height="307"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foi alta a preval&ecirc;ncia habitual de co-leito observada no atual estudo, estando associada aos n&iacute;veis econ&oacute;micos mais pobres, &agrave; menor escolaridade e idade materna e maior paridade. Preval&ecirc;ncia semelhante foi descrita em outra coorte ga&uacute;cha de rec&eacute;m-nascidos, na cidade de Passo Fundo (RS)<sup>18</sup>. No estudo de Passo Fundo, o quarto dos pais era o ambiente utilizado para o sono de 97% das crian&ccedil;as nos primeiros 3 meses de vida. O co-leito ocorria em 44,3%, e os demais utilizavamber&ccedil;o pr&oacute;prio. Umestudo no Reino Unido e outro nos EUA identificaram o co-leito como uma pr&aacute;tica comum a 50% ou mais das fam&iacute;lias<sup>19,20</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As taxas de co-leito, noentanto, e os fatores associados &agrave; sua ocorr&ecirc;ncia t&ecirc;m variado nos diferentes estudos. Na Inglaterra, em 2004, a preval&ecirc;ncia nacional de co-leito entre os neonatos foi de 46% (IC95% 34-58). Entre crian&ccedil;as de 3 a 12 meses de idade, a preval&ecirc;ncia habitual de co-leito foi uniforme, de 21% (IC 95% 18-24), n&atilde;o estando associada &agrave; idade materna, &agrave; aus&ecirc;ncia de companheiro, ou a fam&iacute;lias mais numerosas. Tampouco ocorreu mais frequentemente nos meses mais frios, nos fins de semana ou entre os mais pobres<sup>19</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A associa&ccedil;&atilde;o inversa verificada no atual estudo entre co-leito e situa&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica tem sido descrita por outros autores<sup>21,22</sup>. Nos EUA, umestudo transversal com 101 m&atilde;es ou cuidadores detectou uma taxa de co-leito de 88%.O co-leito distribuiu-se de forma desigual entre as classes econ&oacute;micas, com ocorr&ecirc;ncia significativamente maior entre os mais pobres<sup>22</sup>. Ser m&atilde;e solteira, ter menor escolaridade e ter dois quartos ou menos para dormir no domic&iacute;lio foram fatores associados ao co-leito<sup>22</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em Cleveland, nos EUA, o co-leito foi observado entre 35% das crian&ccedil;as de 6 meses a 4 anos de idade pertencentes a fam&iacute;lias brancas e entre 70% das pertencentes a fam&iacute;lias negras. Entre as crian&ccedil;as de fam&iacute;lias brancas, o co-leito associou-se &agrave; menor escolaridade dos pais<sup>11</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, entre os controles populacionais de um estudo de caso-controle realizado na Inglaterra<sup>23</sup>, para avaliar o efeito do co-leito sobre a incid&ecirc;ncia de morte s&uacute;bita entre menores de 1 ano de idade, a preval&ecirc;ncia habitual de co-leito entre maiores de 6 meses de idade foi de 6%. J&aacute; o compartilhamento do quarto foi verificado em 41% das crian&ccedil;as (pr&oacute;ximo ao verificado no atual estudo), ao passo que 53% dormiam sozinhas. Da mesma forma, em uma coorte de 493 crian&ccedil;as su&iacute;&ccedil;as acompanhadas desde o nascimento at&eacute; os 10 anos de idade8, menos de 10% apresentaram co-leito no primeiro ano de vida. A preval&ecirc;ncia de crian&ccedil;as que acordavam durante a noite foi de aproximadamente 30%.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A preval&ecirc;ncia detectada de despertar noturno (46,1 %) no atual estudo foi maior do que a relatada por outros autores (20 a 30% entre crian&ccedil;as de 1 a 3 anos de idade) <sup>24,25</sup> e mostrou-se associada &agrave; escolaridade materna, ao trabalho materno remunerado durante a gesta&ccedil;&atilde;o e ao sexo masculino.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Alguns estudos detectaramque crian&ccedil;as com co-leito despertam mais frequentemente durante a noite<sup>26,27</sup>. No atual estudo, a compara&ccedil;&atilde;o descritiva das crian&ccedil;as com e sem co-leito confirmou esse achado. As an&aacute;lises de efeito, no entanto, n&atilde;o mostraram o co-leito como um determinante independente de despertar noturno, e esse &uacute;ltimo, por sua vez, foi protetor para a ocorr&ecirc;ncia de co-leito. &Eacute; poss&iacute;vel que o despertar das crian&ccedil;as com e sem co-leito seja percebido de forma diferente pelas m&atilde;es. H&aacute; relatos de que, no co-leito, &eacute; mais forte a intera&ccedil;&atilde;o m&atilde;e-beb&ecirc;<sup>13</sup>, particularmente se a crian&ccedil;a for amamentada<sup>28</sup>. As m&atilde;es com co-leito que amamentam despertam e respondem mais frequente e rapidamente aos est&iacute;mulos, mesmo que discretos, da crian&ccedil;a<sup>29</sup>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Finalmente, &eacute; necess&aacute;rio destacar que a varia&ccedil;&atilde;o nas taxas de co-leito e de despertar noturno verificada nos diferentes estudos refletem n&atilde;o apenas diversidades culturais e socioecon&ocirc;micas das popula&ccedil;&otilde;es estudadas, mas tamb&eacute;m diferen&ccedil;as metodol&oacute;gicas na defini&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis e na coleta de dados. Limita&ccedil;&otilde;es comuns &agrave; maioria dos estudos compreendem desde a possibilidade de vi&eacute;s de mem&oacute;ria (decorrente do tempo a que se refere o per&iacute;odo de recordat&oacute;rio sobre o padr&atilde;o do sono da crian&ccedil;a) at&eacute; a forma como as informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o obtidas. Neste, como na maioria dos estudos, as vari&aacute;veis sobre o sono e o despertar da crian&ccedil;a foramobtidas atrav&eacute;s de informa&ccedil;&atilde;o coletada com a m&atilde;e, podendo os achados refletir mais precisamente suas percep&ccedil;&otilde;es do que as caracter&iacute;sticas propriamente ditas do sono da crian&ccedil;a.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em resumo, este estudo mostrou que a pr&aacute;tica do co-leito &eacute; frequente na popula&ccedil;&atilde;o estudada. Da mesma forma, o despertar noturno &eacute; umdist&uacute;rbio altamente prevalente. &Eacute; necess&aacute;rio que a persist&ecirc;ncia desses h&aacute;bitos, ao longo da inf&acirc;ncia, seja observada e que suas consequ&ecirc;ncias sobre o comportamento e desenvolvimento infantil sejam investigadas.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">1. Liu X, Liu L, Owens JA, Kaplan DL. Sleep patterns   and  sleep  problems   among   schoolchil-dren in the United States and China. Pediatrics. 2005;115:241-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400726&pid=S1024-0675201000020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">2. Touchette E, Petit D, Seguin IR, Boivin M, Tremblay RE, Montplaisir JY. Associations between sleep duration patterns and behavioral/cognitive functioning at school entry. Sleep. 2007; 30:1213-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400727&pid=S1024-0675201000020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">3. BruniO, Galli F, GuidettiV. Sleep hygiene and migraine in children and adolescents. Cephalalgia. 1999;19 Suppl 25:57-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400728&pid=S1024-0675201000020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">4. Sadeh A. A brief screening questionnaire for infant sleep problems: validation and findings for an Internet sample. Pediatrics. 2004;113:e570-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400729&pid=S1024-0675201000020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">5. Lozoff B, Askew GL, Wolf AW. Cosleeping and early childhood sleep problems: effects of ethnicity and socioeconomic status. J Dev Behav Pediatr. 1996;17:9-15.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400730&pid=S1024-0675201000020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">6. Adair R, Bauchner H, Philipp B, Levenson S, Zuckerman B.  Night waking  during  infancy: role of parental presence at bedtime. Pediatrics. 1991;87:500-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400731&pid=S1024-0675201000020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">7. Armstrong  KL,  Quinn  RA,  Dadds   MR.  The sleep patterns of normal children. Med J Aust. 1994;161:202-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400732&pid=S1024-0675201000020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">8. Jenni OG, Fuhrer HZ, Iglowstein I, Molinari L, Largo RH. A longitudinal study of bed sharing and sleep problems among Swiss children in the first 10 years of life. Pediatrics. 2005; 115:233-40.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400733&pid=S1024-0675201000020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">9. Thome M, Alder B. A telephone intervention to reduce fatigue and symptom distress in mothers with difficult infants in the community. J Adv Nurs. 1999;29:128-37.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400734&pid=S1024-0675201000020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">10. Van Tassel EB. The relative influence of child and environmental characteristics on sleep disturbances in the first and second years of life. J Dev Behav Pediatr. 1985;6:81-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400735&pid=S1024-0675201000020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">11. Lozoff B, Wolf AW, Davis NS. Cosleeping in urban families with young children in the United States. Pediatrics. 1984;74:171-82.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400736&pid=S1024-0675201000020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">12. Scragg RK, Mitchell EA. Side sleeping position and bed sharing in the sudden infant death syndrome. Ann Med. 1998;30:345-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400737&pid=S1024-0675201000020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">13. Baddock SA, Galland BC, Taylor BJ, Bolton DP. Sleep arrangements and behavior of bed-sharing families in the home setting. Pediatrics. 2007;119: e 200-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400738&pid=S1024-0675201000020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">14. Jenni OG, O'Connor BB. Children's sleep: an interplay between culture and biology. Pediatrics. 2005;115:204-16.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400739&pid=S1024-0675201000020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">15. Barros AJ, da Silva dos Santos I, Victora CG, Albernaz EP, Domingues MR, Timm IK, et al. Coorte de nascimentos de Pelotas, 2004: metodologia e descri&ccedil;&atilde;o. Rev Sa&uacute;de Publica. 2006;40:402-13.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400740&pid=S1024-0675201000020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">16. Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Empresas de Pesquisa. Crit&eacute;rio de classifica&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica do Brasil: ANEP; 1996.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400741&pid=S1024-0675201000020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">17. Dubowitz LM, Dubowitz V, Goldberg C. Clinical assessment of gestational age in the newborn infant. J Pediatr. 1970;77:1-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400742&pid=S1024-0675201000020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">18. Geib LT, Nunes ML. The incidence of sudden death syndrome in a cohort of infants. J Pediatr (Rio J). 2006;82:21-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400743&pid=S1024-0675201000020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">19. Blair PS, Bali HL. The prevalence and characteristics associated with parent-infant bed-sharing in England. Arch Dis Child. 2004; 89:1106-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400744&pid=S1024-0675201000020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">20. Willinger M, KoCW, Hoffman HJ, Kessler RC, Corwin MJ; National Infant Sleep Position study. Trends in infant bed sharing in the United States, 1993-2000: the National Infant Sleep Position study. Arch Pediatr Adolesc Med. 2003;157:43-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400745&pid=S1024-0675201000020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">21. Geib LT, Nunes ML. H&aacute;bitos de sono relacionados &agrave; s&iacute;ndrome da morte s&uacute;bita do lactente: estudo populacional. Cad Saude Publica. 2006;22:415-23.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400746&pid=S1024-0675201000020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">22. Weimer SM, Dise TL, Evers PB, Ortiz MA, Welldaregay W, Steinmann WC. Prevalence, predictors, and attitudes toward cosleeping in an urban pediatric center. Clin Pediatr (Phila). 2002; 41:433-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400747&pid=S1024-0675201000020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">23. Blair PS, Fleming PJ, Smith IJ, Platt MW,Young J, Nadin P, et al. Babies sleeping with parents: case-control study of factors influencing the risk of the sudden infant death syndrome. CESDI SUDI research group. 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Sleep habits and sleep disturbance in elementary school-aged children. J Dev Behav Pediatr. 2000;21:27-36.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400750&pid=S1024-0675201000020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">26. Mosko S,McKenna J, Dickel M, Hunt L. Parent-infant cosleeping: the appropriate context for the study of infant sleep and implications for sudden infant death syndrome (SIDS) research. J Behav Med. 1993;16:589-610.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400751&pid=S1024-0675201000020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">27. Mosko S, Richard C, McKenna J, Drummond S. Infant sleep architecture during bedsharing and possible implications for SIDS. Sleep. 1996;19:677-84.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400752&pid=S1024-0675201000020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">28. Bali HL. Parent infant bad-sharing behavior: effects of feeding type and presence of father. Hum Nat. 2006;17:301-18.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400753&pid=S1024-0675201000020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana" size="2">29. Baddock SA, Galland BC, Bolton DP, Williams SM, Taylor BJ. Differences in infant and parent behaviors during routine bed sharing compared with cot sleeping in the home setting. Pediatrics. 2006;117:1599-607.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400754&pid=S1024-0675201000020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p align="justify">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Correspond&ecirc;ncia:</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Denise Marques Mota</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">General Os&oacute;rio, 956</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">CEP 96020-000 - Pelotas, RS</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">Tel.: (53) 3222.4356</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">Fax: (53) 3227.2257</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">E-mail: <a href="mailto:denisemmota@gmail.com">denisemmota@gmail.com</a></font></p>     <P align="justify"></P>      ]]></body><back>
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